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Todo ano é parecido: o 13º salário cai na conta, some entre presentes, festas e promoções, e janeiro chega com IPVA, IPTU e lista de material escolar. Se você já passou por isso, o problema não foi o valor. Faltou um plano.
A forma mais segura de usar o 13º salário é decidir o destino dele antes de receber, seguindo uma ordem simples: quitar dívidas caras, montar ou completar a reserva de emergência, separar as despesas do começo do ano, investir pensando nos seus objetivos e reservar uma parte para aproveitar.
Neste artigo, você vai ver quando o 13º cai na conta, por que a segunda parcela vem menor, como aplicar cada etapa dessa ordem na sua realidade e como o portfólio de investimentos da Vox Fortuna pode entrar nesse plano.
Quando o 13º salário cai na conta e quanto você vai receber
O 13º salário é pago em duas parcelas. A primeira deve sair até 30 de novembro e corresponde a metade do salário do mês anterior, sem descontos. A segunda deve sair até 20 de dezembro, já com os descontos de INSS e Imposto de Renda calculados sobre o valor total. Quem trabalhou só parte do ano recebe o valor proporcional.
Primeira e segunda parcela
Os prazos estão na Lei 4.749/1965. A primeira parcela, chamada de adiantamento, pode ser paga entre fevereiro e novembro, de uma vez só, sem nenhum desconto. Quem quiser receber essa parcela junto com as férias precisa pedir ao empregador em janeiro.
A conta do valor proporcional é simples: cada mês trabalhado vale 1/12 do salário. Um mês conta quando você trabalhou 15 dias ou mais nele.
Por que a segunda parcela vem menor
É na segunda parcela que entram os descontos de INSS e de Imposto de Renda, e eles são calculados sobre o 13º inteiro. Por isso ela costuma vir bem menor do que a primeira.
Saber disso evita uma armadilha comum: planejar os gastos de dezembro contando com duas parcelas do mesmo valor.
Por que planejar o 13º em outubro
Outubro é o momento ideal porque o dinheiro ainda não chegou. Dá para olhar as contas com calma, listar dívidas e despesas do começo do ano e decidir o destino de cada parte antes das compras de fim de ano. Quando a primeira parcela cair, ela já tem uma função.
Dinheiro que chega sem destino tende a ser gasto no que aparece primeiro. Em novembro e dezembro, o que aparece primeiro são as promoções e os compromissos de fim de ano.
Planejar agora não significa cortar tudo. Significa escolher com antecedência, em vez de descobrir em janeiro para onde o dinheiro foi.
A ordem de prioridades para usar o 13º
Uma ordem que funciona para a maioria das pessoas é: primeiro as dívidas caras, depois a reserva de emergência, em seguida as despesas do começo do ano, depois os investimentos com objetivo e, por fim, uma parte para lazer. A ordem é um ponto de partida e deve ser adaptada à sua situação.
1. Quitar ou reduzir dívidas caras
Rotativo do cartão de crédito e cheque especial estão entre as dívidas mais caras do mercado. Enquanto elas existem, os juros trabalham contra você todo mês.
A lógica é direta: é muito difícil encontrar um investimento que renda mais do que os juros dessas dívidas custam. Então quitar uma dívida cara costuma ser o melhor destino possível para o 13º.
Para ter a lista completa do que você deve, o Registrato, do Banco Central, mostra gratuitamente os empréstimos e financiamentos registrados no seu CPF.
Na prática:
- ✔ Liste todas as dívidas e compare o CET (Custo Efetivo Total), que mostra o custo real com juros e tarifas
- ✔ Comece pelas mais caras, não pelas maiores
- ✔ Pergunte ao credor se há desconto para pagamento à vista, que muitas vezes é possível
- ✖ Evite trocar uma dívida cara por outra sem comparar o custo total
2. Montar ou completar a reserva de emergência
Sem dívidas caras, o próximo passo é a reserva de emergência. É ela que evita que um imprevisto, como perda de renda ou um problema de saúde, vire uma nova dívida.
A reserva precisa de liquidez diária e baixa oscilação. O tamanho ideal varia com a sua estabilidade de renda e o seu custo de vida. Se ainda não tem reserva, o 13º é uma ótima largada. Se já tem, pode ser a hora de completar.
Com a Selic em queda, muita gente fica em dúvida sobre onde deixar esse dinheiro. Explicamos isso em detalhe no artigo sobre o que muda na renda fixa com a queda da Selic.
3. Separar as despesas do começo do ano
Janeiro e fevereiro concentram gastos conhecidos: IPVA, IPTU, matrícula, material escolar. Não são surpresas, então dá para se preparar.
Muitos estados e municípios oferecem desconto para pagamento à vista do IPVA e do IPTU. Confira as regras e os prazos do seu estado e da sua cidade. Separar parte do 13º para isso evita começar o ano parcelando contas que já eram previsíveis.
4. Investir pensando nos seus objetivos
Com dívidas controladas, reserva formada e despesas do começo do ano garantidas, sobra o dinheiro que pode trabalhar por você no longo prazo.
Aqui a pergunta certa não é “qual o melhor investimento?”, e sim “para que é esse dinheiro?”. Uma viagem daqui a um ano, a entrada de um imóvel e a aposentadoria pedem prazos e produtos diferentes. Separar por objetivo e prazo é o que dá coerência à carteira. O Portal do Investidor da CVM reúne o material oficial sobre perfil de investidor.
5. Reservar uma parte para aproveitar
Planejamento financeiro não é sinônimo de não gastar. Definir antes quanto vai para presentes, festas e lazer permite aproveitar sem culpa e sem estourar o orçamento.
O segredo está no “antes”. Um valor decidido com calma em outubro costuma ser bem mais equilibrado do que um valor decidido em frente à vitrine em dezembro.
Não recebo 13º: como criar o meu
Autônomos, profissionais liberais e PJs não têm direito ao 13º salário, mas podem criar o próprio. Basta separar todo mês um valor fixo numa aplicação com liquidez, como se fosse uma parcela. No fim do ano, esse dinheiro cumpre a mesma função e segue a mesma ordem de prioridades.
A dica é tratar esse valor como uma conta fixa, e não como uma sobra. Quem espera sobrar dinheiro no fim do mês raramente vê essa sobra aparecer.
O papel da Vox Fortuna e o portfólio de investimentos
Na Vox Fortuna, o 13º não é tratado como um dinheiro solto, e sim como parte do seu planejamento do ano. Antes de falar em investimento, analisamos a sua reserva e os compromissos durante o ano. Em seguida, avaliamos quais opções do nosso portfólio de investimentos combinam com os seus objetivos.
Para a parte do 13º que vai para investimentos, o portfólio da Vox reúne opções nacionais e internacionais, oferecendo valores mínimos ou iniciais bastante acessíveis:
- Renda fixa com crédito estruturado: fundos de CRI, CRA e CPR-F, ligados aos setores imobiliário e do agronegócio, para objetivos de curto e médio prazo;
- Fundos setoriais: Imobiliário, Logística, Agronegócio, Energia, Petroquímica e Mineração, oferecendo rentabilidade e proventos;
- Ouro e cripto: os fundos Vox Ouro e Vox Cripto são ótimas opções para reserva de valor;
- Commodities agrícolas: oportunidades de ganhos financeiros em produtos como: açúcar cristal, arroz em casca, boi gordo, cacau, café, milho, soja e trigo;
- Investimentos internacionais: fundos de investimentos nas principais Bolsas dos Estados Unidos, Europa e Ásia.
Os detalhes estão no site da Vox Fortuna (Vox Balcão, Investimentos Nacionais e Investimentos Internacionais).
Conclusão
O 13º salário rende mais quando tem destino antes de chegar à conta. Planejar em outubro dá tempo de olhar dívidas, reserva e despesas com calma, sem a pressão das compras de fim de ano. Com dinheiro, estratégia vence impulso.
O resumo do artigo cabe em quatro pontos: a primeira parcela sai até 30 de novembro e a segunda, com os descontos, até 20 de dezembro; dívidas caras vêm antes de qualquer investimento; a reserva de emergência e as despesas do começo do ano precisam estar garantidas; e investir o que sobra faz mais sentido quando cada valor tem um objetivo e um prazo. Para essa etapa, o portfólio da Vox Fortuna reúne renda fixa com crédito estruturado, fundos setoriais, ouro, commodities e investimentos internacionais, cada um com prazo e risco próprios.
Se você quer montar um plano para o seu 13º e para o próximo ano, conte com a Vox Fortuna para olhar suas finanças com calma e apresentar as opções do portfólio que combinam com o seu perfil, sem promessa de resultado. Fale a Vox Fortuna.
Para continuar estudando o assunto ou para mais informações úteis sobre o mercado financeiro e suas possibilidades, acesse o Blog Vox Fortuna e acompanhe os conteúdos no Instagram, YouTube e Facebook.
FAQ: Perguntas frequentes sobre o 13º salário
Quando cai a primeira parcela do 13º salário? A primeira parcela deve ser paga até 30 de novembro e corresponde a metade do salário do mês anterior, sem descontos. O empregador pode pagar antes, a partir de fevereiro. Quem quiser receber junto com as férias precisa fazer o pedido em janeiro.
Por que a segunda parcela do 13º vem menor? Porque os descontos de INSS e Imposto de Renda são feitos na segunda parcela e calculados sobre o valor total do 13º. A primeira parcela vem sem descontos, então a segunda concentra todos eles.
Vale mais a pena quitar a dívida ou investir o 13º? Quando se trata de dívidas caras, como rotativo do cartão e cheque especial, quitar costuma valer mais, porque os juros delas dificilmente são superados por um investimento. Dívidas mais baratas pedem uma análise caso a caso, comparando o custo total da dívida com os seus objetivos.
Posso usar o 13º para antecipar parcelas de financiamento? Pode, e isso reduz os juros pagos. Antes, vale confirmar se você já tem reserva de emergência, porque o dinheiro usado na antecipação deixa de estar disponível para imprevistos. Peça ao banco a simulação do desconto antes de decidir.
Autônomo tem direito a 13º salário? Não. O 13º é um direito de quem trabalha com carteira assinada, além de aposentados e pensionistas do INSS. Autônomos e PJs podem criar o próprio 13º separando um valor fixo todo mês numa aplicação com liquidez.
Como a Vox Fortuna pode ajudar a planejar o 13º? Analisaremos as suas finanças junto a você: dívidas, reserva, compromissos do começo do ano e objetivos. A partir disso, ajuda a definir o destino de cada parte do 13º e, quando fizer sentido investir, quais opções do portfólio, como crédito estruturado, fundos setoriais ou investimentos internacionais, combinam com o seu prazo e o seu perfil.
Quais investimentos fazem parte do portfólio da Vox Fortuna? O portfólio reúne renda fixa com crédito estruturado (fundos de CRI e CRA e CPR-F), seis fundos setoriais (Imobiliário, Logística, Agronegócio, Energia, Petroquímica e Mineração), os fundos Vox Ouro e Vox Cripto, o Vox Balcão de commodities agrícolas e investimentos internacionais. Cada opção tem prazo, custos e riscos próprios, detalhados no site da Vox Fortuna.